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Musical “O Diabo Veste Prada” confirma estreia no Brasil em 2027

  • Foto do escritor: Raphaela Cunha
    Raphaela Cunha
  • 24 de abr.
  • 2 min de leitura

Estrelado por Claudia Raia, Myra Ruiz, Bruna Guerin e Maurício Xavier, a nova superprodução será dirigida por José Possi Neto

Musical "O Diabo Veste Prada" tem Claudia Raia, Myra Ruiz, Bruna Guerin e Maurício Xavier no elenco - Divulgação
Musical "O Diabo Veste Prada" tem Claudia Raia, Myra Ruiz, Bruna Guerin e Maurício Xavier no elenco - Divulgação

Um dos títulos mais aguardados do teatro musical internacional acaba de confirmar sua chegada ao Brasil, e já abre caminho para a formação de seu elenco. “O Diabo Veste Prada”, visto por mais de um milhão de pessoas e em cartaz de sucesso em Londres, estreia em 25 de fevereiro de 2027 no Teatro Santander, no Complexo JK Iguatemi, em São Paulo.

Com direção de José Possi Neto, a montagem do musical propõe uma leitura cênica que articula sofisticação estética, precisão narrativa e diálogo direto com o universo da moda e da cultura contemporânea.

Na superprodução brasileira, Claudia Raia assume Miranda Priestly, dando corpo à icônica editora-chefe com a autoridade cênica e o rigor técnico que marcam sua carreira em grandes protagonistas, enquanto Myra Ruiz dá vida a Andrea Sachs, trazendo sua reconhecida potência dramática para a construção de uma personagem em transformação. Ao lado delas, Bruna Guerin interpreta Emily Charlton, imprimindo ritmo e precisão a uma figura marcada pela acidez e pelo humor, e Maurício Xavier assume Nigel Kipling, personagem-chave na engrenagem da narrativa, em uma leitura marcada pela elegância e pela presença.


Claudia Raia como a icônica Miranda Priestly - Divulgação
Claudia Raia como a icônica Miranda Priestly - Divulgação

A partir dessa base, a produção avança para a próxima etapa e realiza, em maio de 2026, audições em São Paulo, mobilizando artistas de diferentes regiões do país para compor os demais personagens e o ensemble.

Baseado no romance de Lauren Weisberger, publicado em 2003, e na adaptação cinematográfica de 2006, com roteiro de Aline Brosh McKenna, a obra reúne uma equipe criativa de projeção internacional. A trilha é assinada por Elton John, com letras de Shaina Taub e Mark Sonnenblick, e libreto de Kate Wetherhead, em colaboração com a própria autora, consolidando uma adaptação que expande o material original para o palco sem perder sua identidade.



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